
O céu de um azul clarinho ...
O mar da cor de opala,
adornado de espumas prateadas ...
Respeito esta força
que traga e larga
Respeito o mundo
dos seixos e algas ...
No fundo de mim ,
algo se agita ...
Canta e cala .
Antes de completar o pensamento
Antes de entender o sentimento ,
eu navego e me afoito ,
nas minhas próprias águas
Pesco o teu olhar
perdido num horizonte
que não vislumbro ...
Pesco , e solto ...
E fico a catar conchinhas !
2 comentários:
Domingos Barroso disse...
Lindo, Socorro.
24 Junho, 2008 17:42
José do Vale Pinheiro Feitosa disse...
Aos pés do mar para se dizer igual. Pesca o horizonte de olhar fugaz e larga tudo para catar suas recolhas poéticas.
24 Junho, 2008 21:11
Marcos Vinícius Leonel disse...
O mar é o grande mistério, simboliza aquilo que sabemos e ainda estamos por saber, esse é o mesmo mistério que invade o seu lirismo, o dar-se será para sempre mistério.
Belo poema
abraços
Se eu disser que vocês me inspíram não estou mentindo !
Divagar partilhando é o que tento fazer ...
Aqui , perdi o pudor de ser boba ,
e deixei meu coração se apaixonar por pessoas ...
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