
Eu te quero sem pé, nem cabeça...
Um querer libertário
Você em você...Nunca em mim!
Lúdico latido
tem cachorro brincando de ser menino!
Por indisciplina mexi com a tua calma
e perdi de veza parte que faltava!
Não gosto da zoada do besouro
prefiro o motor da minha velha geladeira
Falta grana para pintar a cara do velho
Estamos em sintonia com o destino
Podemos afrouxar as rédeas do carro!
O vento do teu assobio...É escocês?
Chuva insistente,atola meu chamado!
Desenhar é riscar claros e deixar o escuro esclarecer!
Juntar pedras no caminho,e apedrejar o ego...
Isso é superior!
Quando a gente não pode ser a letra "z"
Conformamos-nos em ser um pingo?
Meus nervos entende a verdade...Porisso explodem!
Cadê o sol que não chega...Pra secar tristezas lavadas?
Uma gota de vinho na taça
Acho sacrílego lavar tua presença!
O pipoqueiro vai passando...
É assim todas as tardes...
E todas as tardes, amoleço de tédio!
2 comentários:
Pensamentos soltos cheios de nexo!
maravilhoso poema onde lavar a taça sacrilega a presença.Muito bom como tudo q vc escreve. bjos
Amiga poetisa!
Obrigada pelo carinho...Aquele que me acompanha, desde o dia em que te conheci...Numa tarde de domingo , com gôsto de sorvete ,e a magia dos Arcanos!
Abraços!
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