
Nove para uma
Nove fora sete...
Semente de amor
germina
Num corpo só.
Brincando num labirinto
Asas, teto solar
Encontro na tela principal
A noite vem.
Eu sempre penso
que deixei de achar
desapaixonei-me,
que já sei amar.
Eu sempre acho
que o amor deu zebra
que a letra "z"
já fechou a página
de um livro bíblico
de 60o linhas.
Eu sempre sonho
que o possível
é impossível ainda ...
eu sempre beijo
na imaginação ,
uma boca aberta
que me sopra versos
depois desconverso
mudo o mote
pulo a prosa
me escondo nas entrelinhas
e durmo no meu proprio ninho.
Eu sempre penso
que nunca me iludo
Sou abortiva
Não deixo nascer...
Mas sei semear,
e de longe vejo
constelações femininas
na órbita do meu sol...
Sem a neura do ciúme
acendo a luz da paixão.
(Um poema brega).
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